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25 de fevereiro de 2015

Doce Enseada!

O vento no rosto
de um amor decomposto,
sem limites ou pudor
na face um rubor.

Nos doces olhares da tristeza
o pesar chega com sutileza,
a lembrança de um terno lugar
onde um dia puderá amar.

Na nostalgia de uma noite amada
dois amantes velam a enseada
e eles dançam sob a luz dançantes
que venera os enamorados.

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